segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Experiência com a comida
Nojo, nojo e nojo. Essa é a definição que dou a essa experiência. Não suporto cheiro de comida fria, ou o famoso prato brasileiro ARROZ E FEIJÃO. Justamente esse era o cardápio principal do dia: Arroz, feijão, strogonoff, batata palha, arroz integral e molho de tomate. O cheiro da comida foi muito forte, causava repulsa e nojo. A textura da comida, o sabor da comida não era agradável. Nãoi consegui acessar outro estado que não fosse esse de distanciamento do alimento. Não foi uma experiência de grandes movimentações, ou de improvisos. O estado se estabeleceu quase que como uma definição da performance, ou mesmo limitação, pois senti que me travou. O enjoo com o passar do tempo foi ficando inevitável, a sensação de resto de comida, de larvas pelo corpo, de animais, de porco, o corpo enquanto resto de algo. Nojento, nojento e nojento.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Experiência comida!
Fizemos a experiência com a comida.
Arroz, feijão, macarrão, carne, batata palha, molho de tomate. A sensação da comida no corpo é muito estranha. Comida quentinha (a carne tava gelada). O cheiro é muito forte. O olho arde com o molho que escorre pelo rosto. Mas a comida continua comida e a vontade é de comer, se deliciar. Uma sensação quase sexual. Desejo, vontade, fome... o movimento vai em função disso. Me como, me lambuso. O chão faz parte. A comida jogada, amassada e suada ainda é comida. Me delicio. O cheiro é muito forte. O desconforto e cansaço aparecem. A comida seca incomoda. A sensação do corpo é de asco. A pele parece uma panela suja, e o cheiro vai piorando. Comida seca, fria, velha. Mas quando chega comida quente a vontade volta, o desejo continua, o sexo continua. Parece que o cheiro intenso vai cansando... o final é mistura de cansaço e nojo, é quase insuportável. Mas não me incomodo muito. Faz parte.
Arroz, feijão, macarrão, carne, batata palha, molho de tomate. A sensação da comida no corpo é muito estranha. Comida quentinha (a carne tava gelada). O cheiro é muito forte. O olho arde com o molho que escorre pelo rosto. Mas a comida continua comida e a vontade é de comer, se deliciar. Uma sensação quase sexual. Desejo, vontade, fome... o movimento vai em função disso. Me como, me lambuso. O chão faz parte. A comida jogada, amassada e suada ainda é comida. Me delicio. O cheiro é muito forte. O desconforto e cansaço aparecem. A comida seca incomoda. A sensação do corpo é de asco. A pele parece uma panela suja, e o cheiro vai piorando. Comida seca, fria, velha. Mas quando chega comida quente a vontade volta, o desejo continua, o sexo continua. Parece que o cheiro intenso vai cansando... o final é mistura de cansaço e nojo, é quase insuportável. Mas não me incomodo muito. Faz parte.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
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